segunda-feira, 28 de março de 2011

Humanizem-se

Postado por Renaly às 20:44 0 comentários
Apesar de muitas iniciativas de empresas públicas e privadas que priorizam o trabalho digno e a qualidade de vida de seus empregados, o trabalho ilegal e explorador ainda faz parte do cenário trabalhístico mundial.
Homens, mulheres e crianças que trabalham como animais em condições precárias em troca de um prato de comida e um lugar para dormir têm sua dignidade, e mais, sua humanidade manchada e colocada em exposição no mural vergonhoso da exploração.
O trabalho enobrece o homem. É o sustento, é a independência. Ele jamais deve ser praticado de forma abusiva e exploradora. É por isso que se faz necessária a humanização e a conscientização dos empregantes para que as limitações e as necessidades de cada trabalhador sejam fatores primordiais em qualquer ambiente de trabalho. Políticas públicas e privadas também devem estar presentes assegurando os direitos e deveres de cada trabalhador.
A humanização é a palavra-chave para que isso funcione e que a construção da dignidade humana no trabalho seja possível. Humanizar-se é saber respeitar e compreender os limites e necessidades de cada um. É também colaborar no que for possível na melhoria e no desenvolvimento do próximo. Dessa forma - com seus direitos assegurados e sua qualidade de vida garantida - os trabalhadores desempenharão melhor suas funções garantindo benefícios para ambos os lados: o empregador e o empregado.
É disso que a humanidade precisa. Só assim o ser humano será respeitado pela grandeza e importância de sua existência independentemente de sua classe, profissão, cor ou idade.
E para que tal feito seja possível, a proposta é simples: humanizem-se.


Encontrei este texto no blog http://alemdo-queseve.blogspot.com/, a autora é a Bruna Sousa e, ela deixa claro a ideia sobre 'trabalho escravo', adorei, pois o mesmo não consegui fazer tão bem quanto ela. Ah, o texto foi para a ultima prova do ENEM, de 2010 e, a proposta da redação foi O TRABALHO NA CONSTRUÇÃO DA DIGNIDADE HUMANA.

segunda-feira, 14 de março de 2011

"E se..."

Postado por Renaly às 01:08 0 comentários
"Querida Claire,
"E" e "se" são duas palavras inofensivas. Mas, se as juntar, lado a lado, têm o poder de assombrar o resto da sua vida. E se…? E se…? E se…? Não sei como acabou a sua história, mas, se o que sentia era amor verdadeiro, então nunca é tarde. Se era verdade na altura, porque não haverá de o ser agora? Só precisa de ter coragem para seguir o seu coração.
Não sei o que é sentir um amor como o de Julieta, um amor pelo qual deixamos os entes queridos, um amor que nos faz atravessar oceanos, mas gostava de acreditar que, se alguma o tivesse na mão, teria a coragem para o agarrar. E, Claire, se não o agarrou, espero que um dia o agarre.
Com todo o amor,
Julieta"

Cartas para Julieta

 
Nas minhas atualizações do facebook apareceu o fotolog da Milena Arruda, o último post no fotolog foi sobre o tema em questão "Cartas para Julieta", que, para quem não sabe é um filme! (rs) Além de me chamar a atenção a carta escrita por Julieta, também me chamou atenção um comentário que a Milena Arruda fez em seguida: "Mas não acredito que nos dias de hoje ainda se cumpra e exista um amor desse, afinal, já se foi a época das mulheres morrerem de amor no sentido real da frase. Não da pra aguentar por mais de uma noite pensamentos antigos e alimenta-los..." 

O que fica em questão são nossas dúvidas... Os "E se...?" Cabe a nós sabermos? Nunca é tarde para tomar qualquer tipo de atitude, se essa for realmente o "se" da questão, o problema são nossas incertezas e controversas ante a sociedade ou a pessoa com quem estamos. Devemos ser cautelosos e ponderados ao toma-lás, mas, se o faz de coração, nada se torna "incorreto"... No máximo se tornará pervertido! E o amor? Ah... Essa é outra parte da história! Deixa pra Depois...


"Não desista, vá em frente. Sempre há uma chance de você tropeçar em algo maravilhoso. Nunca ouvi falar em ninguém que tivesse tropeçado em algo enquanto estava sentado".
CFA
 

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